quinta-feira, 3 de abril de 2008

Orientação - Cartas Topográficas

     Muitas vezes as pessoas se vêem às voltas com problemas simples de localização, como ter de ir a algum lugar sem conhecer o caminho. É o que acontece, por exemplo, quando se vai visitar um amigo pela primeira vez.
     Geralmente o problema pode ser resolvido com algumas indicações verbais acerca das ruas a percorrer, onde se dobra à esquerda ou à direita etc. Às vezes, no entanto, se a casa é longe e o percurso complicado, isso pode não ser suficiente. A solução, nesse caso, é pedir ao amigo que desenhe um roteiro: então, numa folha de papel, ele assinala o lugar onde se está e o lugar onde se quer ir, traça o percurso das diversas ruas - com os respectivos nomes, para melhor reconhecimento - e relaciona, se houver, os pontos de referência mais importantes, como praças, monumentos ou edifícios públicos. Com essas indicações, torna-se bem mais fácil chegar ao destino.
 
     O que são
     Ao traçar o caminho de sua casa numa folha de papel, na verdade a pessoa desenhou, em dimensões reduzidas, uma pequena parte da superfície terrestre.
     Para facilitar a orientação, a folha indicava, de modo simples mas completo, as principais características da zona onde se encontrava o endereço buscado. Na prática, aquele simples roteiro constitui uma carta topográfica. Os mapas ou cartas topográficas são desenhos que representam partes da superfície terrestre, em dimensões reduzidas. Seu próprio nome os define claramente: em grego, ghé significa Terra e graphya significa desenho ou escrita. Carta topográfica, assim quer dizer "carta do desenho da Terra".
 
     Como são feitas
     As cartas topográficas tornam-se instrumentos indispensáveis em muitas ocasiões: para orientação em territórios desconhecidos, para conhecer as características de regiões longínquas, onde não se pode ir pessoalmente, ou para conseguir uma visão de conjunto de territórios muito extensos.
     Para simplificar a consulta, a elaboração das cartas topográficas obedece a regras bem precisas, adotadas internacionalmente e aplicáveis a todo tipo de carta - desde as que representam territórios muito pequenos até as que compreendem toda a superfície da Terra.
     Ao olharmos uma carta topográfica vemos uma infinidade de linhas que cobrem o mapa, sem jamais se cruzar e muitas vezes não entendemos qual o sentido daquilo. Iremos explicar o que é cada tópico e sua finalidade, para que você saiba identificar vales, montanhas, divisores de água e outros.
 
     Curvas de nível
     São linhas que ligam pontos, na superfície do terreno, que têm a mesma altitude (cota). É uma forma de representação gráfica de extrema importância. A planimetria possui uma forma de representação gráfica perfeita, que é a planta (projeção horizontal). Nela, os ângulos, aparecem com sua verdadeira abertura e as distâncias exatas, naturalmente reduzidas pela escala do desenho. Enquanto isso, a altimetria só conta com a representação gráfica em perfil (também chamado de vista lateral, vista em elevação, corte etc). Mas o perfil só representa a altimetria de uma linha (seja reta, curva ou quebrada) mas não de uma área. Então a visão geral fica altamente prejudicada, pois precisaríamos de um número imenso de perfis do mesmo terreno em posições e direções diferentes, para termos uma visão panorâmica e nunca poderíamos visualizá-los todos ao mesmo tempo.
 
     As curvas de nível serão representadas na planta abrangendo uma área, o que permite ao usuário uma visão imaginativa geral da sinuosidade do terreno. Observando uma planta com curvas de nível, se é capaz de visualizar os vales, grotas, espigões, divisores de água pluviais, terrenos, terrenos mais íngremes ou menos acidentados, terrenos mais sinuosos (acidentados) e menos irregulares, elevações etc.
 
 
     Direção e Azimute
     Finalidade - As distâncias e as direções são empregadas para locar pontos ou objetos sobre o terreno ou sobre uma carta em relação a pontos conhecidos. A distância é medida a passo ou estimada, conforme o grau de precisão desejado. Para finalidades militares, a direção é expressa, sempre, por um ângulo formado com uma direção base fixa, ou facilmente determinável.
 
     Unidade de Medida Angular - O valor de um ângulo é expresso em grau ou milésimos.
 
     Direção Base - Direção entre dois pontos é expressa por um ângulo do qual um dos lados é uma direção base. Existem três direções base, a saber: As do Norte Verdadeiro ou Geográfico; Norte Magnético e Norte da Quadrícula representados respectivamente por NG, NM e NQ.
 
1) Direção do Norte Verdadeiro ou Geográfico (NG)
A direção do norte verdadeiro ou geográfico é empregada em levantamentos, quando se deseja grande precisão. Os meridianos de uma carta, representam as direções do norte e do sul verdadeiros.

2) Direção do Norte Magnético (NM)
A direção do norte magnético é indicada pela ponta "N" da agulha da bússola, veja matéria sobre bússola.

3) Direção do Norte de Quadrícula (NQ)
O norte de quadrícula é indicado pelas verticais das quadrículas, geralmente feitas nas cartas topográficas.
     Diagramas de Orientação
     As cartas topográficas têm um diagrama de orientação impresso na margem. Tal diagrama contém três direções indicando o norte verdadeiro, o norte magnético e o norte da quadrícula. Os ângulos entre essas direções são traçados com precisão e podem ser utilizados para trabalhos gráficos na carta. Pelos motivos dados a seguir os diagramas de orientação devem ser verificados, pela medida, antes de utilizados para esse fim; em certas cartas, em que a declinação ou a convergência são muito pequenas, o diagrama tem tamanho exagerado. Nas cartas do Serviço Geográfico do Exército, os ângulos de declinação e convergência são referidos em graus; portanto, é de toda conveniência, ao trabalho com milésimos, fazer a transformação do valor destes ângulos e anotar no diagrama.
 
     Declinação Magnética e Convergência de Meridianos
     1) Declinação Magnética
     Generalidades - Os ângulos formados pelas direções do norte verdadeiro com as do norte magnético e norte da quadrícula são chamados respectivamente declinação magnética e convergência de meridianos.
     Declinação Magnética - é o ângulo formado pelas direções norte verdadeiro e norte magnético. Nos locais onde a ponta da agulha da bússola estiver a leste do norte verdadeiro, a declinação magnética será leste. Onde a ponta da agulha estiver a oeste do norte verdadeiro e o magnético coincidirem, a declinação será zero. A declinação magnética, em qualquer localidade, está sujeita a uma variação cujo valor é dado em tabelas, como as do Anuário do Observatório Nacional. Essa variação é normalmente dada com o respectivo sentido para evitar confusão, veja matéria sobre bússola que está pendurada no link Dicas.
     2) Convergência de Meridianos
Convergência de Meridianos ou simplesmente convergência, é a diferença, em direção, entre o norte verdadeiro e o norte da quadrícula. Ela é variável para cada carta. Na realidade, ela varia nos diferentes pontos de uma carta qualquer.
     Ângulo QM
     A carta topográfica tem um diagrama que contém as três direções indicando o Norte Verdadeiro (NV), o norte Magnético (NM) e o Norte da Quadrícula (NQ), ou seja, as direções base.
     O ângulo entre as direções do NQ e NM é chamadoângulo QM.
     Vamos supor que a carta de 30' no ano em que a carta foi confeccionada fosse de 1975, e sabendo que a declinação magnética cresce 3' anualmente, é possível calcular a declinação atual (2001) dessa região :
Cálculos: 2001 - 1975 = 26 anos ; 26 x 3' = 78' = 1º 18'
declinação atual = 16º 30' + 1º 18' = 17º 48'
 
     Azimutes
     São ângulos horizontais no sentido do movimento dos ponteiros do relógio, a partir do Norte Magnético, do Norte Verdadeiro e do Norte de Quadrícula.
Na ilustração você poderá visualizar melhor uma carta topográfica, basta você saber se ela representa um fragmento de carta topográfica ao lado de uma representação em perspectiva da região representada na carta:


 
     Para facilitar a compreensão da ilustração, colocamos uma trilha em nosso pedaço de mapa. Ela é representada pela linha tracejada e está também na perspectiva. Descrevemos como seria caminhar por essa trilha usando palavras do jargão topográfico. Considere que a diferença de altura entre os pontos de cada linha é de 20m.
     Nossa trilha inicia subindo 320m por uma crista (espigão, cumeeira, ou divisor de águas), segue em nível desviando para a esquerda, desce 40m, continua em nível desviando mais ainda para a esquerda e então sobe 240m até o pico.
     Quanto mais próximas estiverem as curvas de nível uma das outras, maior será a inclinação do terreno e vice-versa. Para saber se várias curvas mais ou menos concêntricas representam um pico ou uma cratera, basta observar as indicações de altitude espalhadas pelo mapa. Além disso, os picos costumam ser sinalizados com uma "cruzinha", e as crateras não são coisas muito comuns.
 
     Diferenciando as Linhas de uma Carta
     Para diferenciar cumeeiras de fundos de vales, além das indicações de altitude há também linhas finas e contínuas que cortam as curvas de nível e representam riachos que estão, obviamente, no fundo dos vales.
     As linhas retas que cortam o mapa na horizontal e na vertical chamam-se quadrículas e serão a referência para posicionar o mapa com a bússola, como veremos adiante. As linhas de quadrícula verticais apontam o norte acima, de onde se deduz que o sul fica abaixo, e que as quadrículas horizontais tem o leste à direita e, portanto, o oeste à esquerda. Na verdade, as linhas tem um pequeno desvio dessas direções causado pelo fato de representarem num plano uma superfície que é esférica, mas é um desvio de menos de três graus, insignificante num trajeto pequeno. Para posicionar o mapa corretamente basta colocá-lo no chão plano com a bússola em cima.
 
     Entendendo a Escala
     Depois de descontada a declinação magnética é só girar o mapa embaixo da bússola até que as linhas de quadrícula verticais alinhem-se com a linha do norte na caixa da bússola.
     Nas convenções das cartas topográficas, duas das informações mais importantes são a eqüidistância das curvas de nível e a escala. Os mapas topográficos mais utilizados em montanhismo são os do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em escala 1:50.000 e eqüidistância das curvas 20m.
     A eqüidistância das curvas é simplesmente a distância vertical entre elas, ou seja, isso significa que nos mapas 1:50.000, onde esta medida é 20m, temos que cruzar 5 curvas para subir ou descer 100m e assim por diante.
     A escala é a relação entre o tamanho do mapa e o tamanho real da área representada. No caso das cartas 1:50.000, cada km do terreno real é representado por 2 cm no papel. Ter esta noção é fundamental para a navegação e para encontrar no terreno real o relevo representado no papel e vice-versa.
 
 
  • Um bom meio para deduzir, por exemplo, se determinado ponto de uma crista vai ou não aparecer no mapa, é calcular mentalmente seu tamanho e lembrar que, na escala 1:50.000, 1 mm representa 50m de terreno real, ou seja, um ponto marcado a lápis no mapa pode estar cobrindo uma área real de 25m de raio.
  • O melhor jeito de aprender a lidar com bússola e mapas é treinar em locais que você já conheça, até saber utilizar corretamente esses materiais. Quando os resultados de suas navegações estiverem sempre dando certo, aí sim, você estará apto a confiar nesses instrumentos para sua orientação nas matas e montanhas.
  • Todo mapa traz um espaço onde estão as convenções, que são as informações sobre os sinais e cores usados para representar estradas de asfalto ou terra, trilhas, linhas de trens ou de transmissão de energia, entre outros. 
Fonte GPS Global
Postado por Chefe Wilson Junior Weschenfelder


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Orientação - Escalas Numéricas

     Já sabemos que o mapa representa, de forma reduzida, o espaço geográfico. Para representar corretamente o que existe na Terra é necessário a utilização de escala nos mapas. Tomando-se como base a escala apresentada pelo mapa, podemos com isso, avaliar distâncias e obter medidas.
 
     Escala é uma relação matemática existente entre as dimensões (tamanho) verdadeiras de um objeto e sua representação (mapa). Essa relação deve ser proporcional a um valor estabelecido.
     A cartografia trabalha somente com uma escala de redução, ou seja, as dimensões naturais sempre se apresentam nos mapas de forma reduzida. Vais encontrar nos mapas dois tipos de escalas: escala numérica e escala gráfica.

     Escala Numérica: é representa da por uma fração, onde o numerador corresponde à distância no mapa (1 cm), e o denominador à distância real, no terreno. Pode ser escrita das seguintes maneiras:

____1____ , 1/300.000 e 1:300.000
  300.000

      Nos três casos lê-se a escala da seguinte forma: um por trezentos mil, significando que a distância real sofreu uma redução de 300.000 vezes, para que coubesse no papel.
     No exemplo acima de escala numérica, a fracção tem o seguinte significado:
-  numerador distância medida no mapa (1 cm)
-  denominador distância real (300.000 cm)

     Sabendo que cada 1 cm medido no mapa, corresponde a uma medida real ( ex. 300.000 cm ), temos agora que aprender a converter os 300.000 cm em Quilômetros (Km), que é a unidade de medida usual para grandes distâncias. Para fazer a transformação de cm ( centímetro ) para km quilômetro), devemos utilizar uma tabela com os submúltiplos e múltiplos do metro:
---> milímetros (mm ou 0,1cm) ---> centímetros (cm) ---> decímetro (dm ou 10cm) ---> metro (m ou 100cm) ---> decâmetro (dm ou 1.000cm) ---> Hectômetro (hm ou 10.000cm) ---> quilômetros (km ou 100.000cm)

     De acordo com os dados acima, podemos verificar que um número que esteja na casa do cm (centímetro), e para ser transformado em km (quilômetro), deverá deslocar-se por 5 (cinco) casas.
     Retornando a escala do nosso exemplo:
1:300.000 ---> 1cm no mapa equivale 300.000cm na realidade ou 3 (três) km.
1:50.000 ---> 1cm no mapa equivale 50.000cm na realidade ou 0,5 Km.
 
Fonte: Grupo 159 de Portugal
Postado por Chefe Wilson Junior Weschenfelder


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Materiais para Acampamento

     É muito importante que todo o material, individual e coletivo, necessário para o acampamento, seja preparado e organizado pelo Sênior e Guias com cuidado e atenção, afim de que não falte nada e para que não comprometa o andamento das atividades ou o bem estar do grupo.
     Preparamos uma relação com os mais importantes itens que devem estar no seu material de acampamento. Utilize esta relação para ajudar a preparar a tua própria lista adicionando tudo aquilo que você costuma levar sempre, assim, quando você precisar arrumar sua mochila não precisará ficar preocupado em estar esquecendo alguma coisa e certamente será muito mais prático e rápido.

     Dicas
- Sempre leve em conta o tipo de acampamento que estará participando, substitua e adicione itens quando necessário seguindo as orientações de seu Chefe.
- Em acampamentos volantes e jornadas muito cuidado com o excesso de material, leve apenas o essencial.
- O peso total da mochila não deve ultrapassar 1/5 do seu peso.
- O material deverá estar identificado de preferência. Pode usar o nome, iniciais ou alguma marca própria para não perder nada.
- Não esqueças de colocar a quantidade de roupas de acordo com a duração do acampamento e com o clima.
- Todo o material deverá estar organizado em sacos impermeáveis (de preferência), de acordo com o tipo (Individual, Cozinha, Higiene, etc), dentro da mochila. Pode-se embalar, no final, todos num saco plástico forte e resistente quando há risco de chuva.
- Para os Monitores: Tenha sempre esta lista em mãos para entregar aos novos Elementos da Patrulha antes de um acampamento. Esta será uma ótima forma de orientação.
 
     Material Individual:
- Uniforme Completo
- Meias
- Roupas íntimas
- Camisetas
- Calções/bermudas
- Calça
- Roupa para atividades ("Roupa de Guerra")
- Agasalho
- Cobertura para o sol (boné, chapéu)
- Calçado
- Capa de Chuva
- Sacola para roupa e calçado sujos
- Roupa de banho
- Saco de dormir
 
     Material de Higiene:
- Escova de dentes
- Pasta de dentes
- Escova de cabelo ou pente
- Shampoo (mínimo possível)
- Sabonete (neutro/biodegradável)
- Desodorante
- Toalha de banho/toalha de rosto
- Papel Higiênico

     Material de Cozinha:
- Alimentos (ver orientação da programação e/ou Chefia)
- Material de cozinha (ver relação de Patrulha)
- Caixa de fósforos
- Copo/ Prato (preferência plástico)
- Talheres (garfo, faca, colher)
- Cantil
 
     Outros materiais:
- Faca de mato/ Canivete
- Lenços de bolso
- Lanterna (pilhas extras)
- Caneta/ Bloco de anotações
- Máquina fotográfica (com filme/pilhas)
- Documentos pessoais
- Kit de Primeiros Socorros (Patrulha)
- Bússola
- Estojo simples de costura (alfinetes, linha, agulha)
- Repelente contra insetos
- Protetor Solar
Fonte: Grupo 159 de Portugal
Postado por Chefe Wilson Junior Weschenfelder


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Sinais de Pista

pista.gif (34875 bytes)
 
Fonte: escoteiros.org
Postado por Chefe Wilson Junior Weschenfelder


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quarta-feira, 2 de abril de 2008

Flor de Liz

 
Postado por Chefe Wilson


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terça-feira, 1 de abril de 2008

Código Morse

     Samuel Morse (1791-1872) foi o inventor do código com o seu nome. Quando em 1832 principiou o projeto da construção de um telégrafo não imaginava as dificuldades que teria de enfrentar, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa onde lhe negaram, inclusive, a patente da invenção
     Finalmente, em 1843, conseguiu um financiamento do governo americano para a construção de uma linha telegráfica entre Washington e Baltimore.
     No ano seguinte deu-se a primeira transmissão e o sucesso foi tal que se formou uma companhia que cobriu o território americano de linhas telegráficas. Quando em 1860 Napoleão III lhe concedeu um justo prêmio de reconhecimento pela invenção, já nos E.U.A e na Europa estavam instalados numerosos aparelhos "morse". Na altura da sua morte o continente americano era já cruzado por mais de 300 mil kilometros de linhas.
     O código Morse representa os caracteres através de "pontos" e "traços" correspondendo estes a impulsos elétricos e resultando daí sinais acústicos ou luminosos de uma certa duração. Assim, e tomando o ponto como unidade, este tem a duração de cerca de 1/25 seg. sendo um traço idêntico a 3 pontos. O espaço dos sinais da mesma letra é de um ponto. Entre duas letras o espaço é de três pontos (ou um traço ...) e entre palavras de 5 pontos.
     Devido à evolução tecnológica o código Morse está cada vez mais em desuso.
     Decore algumas letras do alfabeto morse para passar a sua mensagem .
     Você pode decorar algumas palavras importantes e curtas como:
SIM ... .. _ _ ou simplesmente S ...
NÃO _ . . _ _ _ _ ou simplesmente N _ .
JÁ . _ _ _ . _
SOS ... _ _ _ ...
Alfabeto Morse
    A     ._     N       _.     1     ._ _ _ _
    B     _. . .     O      _ _ _     2      .._ _
    C     _ . _ .     P      . _ _ .     3      ... _ _
    D     _ ..     Q       _ _ ._     4        .... _
    E      .     R       . _ .     5        .....
    F      .. _ .     S         ...     6        _ ....
    G     _ _ .     T          _     7        _ _ ...
    H     ....     U        .._     8       _ _ _ ..
    I       ..     V       ... _     9      _ _ _ _ .
    J      . _ _ _     W     . _ _     0    _ _ _ _ _
    K      _._     X    _ .. _     ?      .. _ _ ..
    L      . _ ..     Y      _ . _ _     ,     _ _ .. _ _
    M     _ _     Z       _ _ ..           . ._ _._
 
 
Pontuação:
Ponto ._._._
Virgula _ _ .. _ _
Dois pontos _ _ _ ...
Ponto e virgula _._._.
Interrogação .._ _ ..
Exclamação _ _ .._ _
Sinal de igual _..._
Traço de fração _.._.
Porcentagem ._ _._._

Algumas abreviaturas:
55 - Sucesso !
73 - Saudações !
88 - Amor e beijos !
ABT - Sobre, com relação a...
ADR - Endereço
AGN - De novo
AM - Modulação de amplitude.
ANT - Antena
AR - Fim da mensagem
AS - Aguarde
BK - Break (pede entrada)..
BK - Interrupção
BT - Pause (break para o texto).
BTR - Melhor.
C - Esta letra significa: a sua repetição está certa.
CFM - Confirme
CL - Saindo do ar (clear).
CLD - Chamei. Chamou.
CLG - Chamando.
CNDX - Condições.
CNT - Não posso. Não pode.
CQ - Chamada geral.
CUAGN - Vejo você de novo.
CUL - Vejo você mais tarde.
CW - Onda contínua. Radiotelegrafia.
DE - De (alguém).
DN - Para baixo.
DR - Caro (amigo).
EEEEEE etc. - sinal de anulação ou erro.
ES - E (algo, alguma coisa).
FB - Excelente (fine business).
FER - para (alguém)
FM - De (alguém).
G - Acuse a recepção repetindo
GA - Boa tarde!
GB - Até logo.
GD - Bom.
GE - Boa noite !
GE - Boa tarde
GLD - Feliz
GM - Bom dia !
GN - Boa noite ! (despedindo-se).
GND - Terra.
GUD - Bom
HI - Riso. Risada.
HPE - Espero.
HR - Aqui
HV - Tenho.
HW - Como? Como copiou?
HW? - Como me escuta?
K - Convida qualquer estação a transmitir.
KN - Convida estação específica a transmitir
NIL - Nada
NR - Perto de.
NW - Agora
OB - Old boy (rapaz velho).
OM - Radioamador (old man).
OP - Operador.
PSE - Por favor...
PT - Ponto.
PWR - Potência (do transmissor).
R - Mensagem recebida
RIG - Equipamento da estação.
RPT - Repita
RX - Receptor.
SIG - Sinal
SOS - talvez a seqüência mais conhecida que significa sinal de perigo
SRI - Desculpe.
STN - Estação.
SUM - Algum
SWL - Radioescuta
T - Usada para indicar a recepção de cada uma das palavras do texto.
TKS - Grato ! Agradecido !
TMW - Amanhã
TNX - Grato ! Agradecido !
TR - Transmita.
TTTTTT etc. - Sinal de reconhecimento.
TU - Agradecido a você
TVI - Interferência em Televisão
TXT - Texto.
U - Você
UD - Sinal de repetição. Emprega-se para obter a repetição de parte ou a totalidade da mensagem.
UR - Seu
URS - O seu ...
VFO - Oscilador de freqüência variável
VY - Muito
W - estou impossibilitado de ler a sua transmissão em virtude de a luz não estar em condições ou mal apontada
WD - Palavra.
WDS - Palavras.
WID - Com.
WKD - Trabalhou, trabalhei.
WKG - Trabalhando.
WPM - Palavras por minuto.
WRD - Palavra.
WX - Tempo (meteorológico).
XYL - Senhora
YL - Mulher solteira (moça nova).
YL - Senhorita
YR - Ano.
 
Código "Q" ( mais usado )
QRA - Qual é o nome de sua estação? O nome de minha estação é ....
QRL - Você está ocupado? Estou ocupado, favor não interferir.
QRM - Minha transmissão está interferida? Interferência na transmissão (ou recepção).
QRN - Você está sendo perturbado pela estática? Perturbação por estática.
QRO - Devo elevar a potência? Potência elevada de transmissão.
QRP - Devo baixar a potência? Potência baixa de transmissão.
QRQ - Devo transmitir mais rápido? Transmissão rápida.
QRS - Devo transmitir mais lentamente? Transmissão lenta.
QRT - Devo parar de transmitir? Pare de trasmitir.
QRU - Tem algo para mim? Não tenho nada para você.
QRV - Você está pronto? Estou pronto.
QRX - Quando você me chamará de novo? Favor aguarde.
QRZ - Quem está me chamando? Você está sendo chamado por ....
QSD - Minha manipulação é defeituosa? Manipulação defeituosa.
QSJ - Dinheiro (entre radioamadores).
QSL - Pode você confirmar a recepção? Confirmo a recepção (cartão QSL).
QSO - Contato entre duas estações.
QSP - Pode você retransmitir para ....? Retransmito para .....
QSY - Devo mudar para outra freqüência? Mude para outra freqüência.
QTH - Qual é a sua localidade? Minha localidade é .....
QTR - Qual é a hora exata? A hora exata é .......
 
Postado por Chefe Wilson


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Programação 05 - 05/04/2008

 
Data: 05/04/2008
Hora: 9:00hs
Atividade: Teórica e Prática
Descrição:
  • Instrução sobre Orientação II [seguir coordenadas e distância (terminar a atividade do dia 08/03)];
  • Organização da Caixa de Patrulha [verificar o material da caixa de Patrulha para que se possa montar um acampamento completo];
  • Montagem de Acampamento e Bivaque [verificar a forma, velocidade e eficiência na montagem de um acampamento e de um bivaque]. 
Área de crescimento: Pessoal – Escoteiro
Objetivos: Preparação para o Ajuri
Local: Sede
Chefe Responsável: Wilson Junior Weschenfelder
Chefe Assistente: Getúlio Sehn Filho
 
 
 
Wilson J. W.
Laerte Viana
Ana Viana
Chefe de Tropa
Diretor de Escotismo
Diretor Presidente


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20 toneladas de lixo são retiradas do Castelhano

     Foi um sucesso. Assim o presidente do Rotary Clube Venâncio Aires, José Eleir de Macedo, descreveu a atividade realizada sábado, em prol do arroio Castelhano. O projeto SOS Arroio Castelhano reuniu representantes de diversas entidades, políticos e voluntários que percorreram aproximadamente dez quilômetros por água ou terra com a finalidade de recolher o lixo que encontravam. Ao final, cerca de 20 toneladas de lixo foram recolhidas. O próximo passo do Rotary é encaminhar uma sugestão ao prefeito Almedo Dettenborn de como tratar corretamente o esgoto de Venâncio Aires.
      A abertura oficial do SOS Arroio Castelhano ocorreu junto a extinta Estação de Tratamento de Água (ETA), ao lado do arroio Castelhano, no acesso a Grão Pará. Numa rápida solenidade, se pronunciaram o presidente do Rotary, que ressaltou que é da água que vem a vida, lembrando da importância de estimular a consciência de todos para a preservação do meio ambiente, o prefeito Almedo Dettenborn, que observou as ações concretas em prol do Castelhano, como a feita pelo Rotary, e o presidente da Cooperativa dos Pescadores de Venâncio Aires (Coopeva-Z6), Paulo Schwertner, que lembrou que a entidade trabalha há 12 anos com a limpeza e povoamento de arroios e rios dos vales do Taquari e Rio Pardo. Para encerrar a solenidade e simbolizar a luta pela limpeza do Castelhano, foi plantado um Ipê Roxo na margem do arroio.
 
No bairro Battisti, voluntários recolheram grande quantidade de lixo no arroio e arredores

     EQUIPES
     Divididos em seis equipes, integrantes de clubes de serviços, escoteiros e voluntários foram a campo recolher o que encontravam. O trabalho iniciou em Linha Olavo Bilac e se estendeu até o Passo do Cananéia. Segundo Macedo, a quantidade e tipo e objetos impressionou. "Pneus de caminhão, sofás e até armários estavam jogados às margens e dentro do arroio", mencionou o presidente do Rotary.
     No bairro Battisti, um dos locais onde o Castelhano acumula mais lixo, integrantes do grupo de hip hop Código das Ruas e voluntários recolheram de tudo. Desde pequenos sacos plásticos, garrafas pet e até pneus. Grande parte das cerca de 20 toneladas do material foi levado para a usina de reciclagem de lixo, em Linha Estrela. Outra parte do lixo, já separada, seguiu diretamente para São Jerônimo, destino do lixo recolhido em Venâncio Aires.

     ESGOTO
     Esta semana, o Rotary se reúne com integrantes da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Venâncio Aires para tratar do projeto sobre o tratamento correto do esgoto sanitário do município. "Temos o projeto pronto e vamos apresentá-lo ao prefeito Almedo", disse Macedo. A intenção é que futuramente, antes de dar o 'Habite-se', os profissionais da Prefeitura fiscalizem as obras para ver se o tratamento do esgoto está de acordo com o projeto. Depois deste passo, ressalta Macedo, o Rotary fará uma campanha para conscientizar sobre o destino correto do óleo de cozinha.

Autor: Alvaro Pegoraro - Jornal Folha do Mate
Postado por Wilson Junior Weschenfelder
 
Nota do Chefe Wilson: O Grupo Escoteiro Arés participou do Propjeto SOS Castelhano, veja as fotos no G. E. Arés ajuda no SOS Castelhano


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segunda-feira, 31 de março de 2008

Primeira Assembléia do G. E. Arés em 200 8?=

     No dia 29 de março foi realizada a 1ª Assembléia do Grupo Escoteiro Arés/193 na sede do Sindicato da Alimentação em Venâncio Aires. Esta Assembléia teve como objetivo informar os Pais sobre o Regimento Interno do grupo, dúvidas sobre o Escotismo e o apoio ao AJURI/2008.
     Também teve a troca de ramos onde alguns Lobos passaram para Escoteiros e quatro Escoteiros/as foram recebidos pela Tropa Sênior-Guia.
     Abaixo as fotos da Assembléia.
 
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G. E. Arés ajuda no SOS Castelhano

     O Grupo Escoteiro Arés/193 participou no dia 29/03 do projeto SOS Castelhano recolhendo o lixo nas margens de duas estradas no acesso Grão Pará em Venâncio Aires.
     Este projeto foi organizado pelo Rotary Clube Venâncio Aires.
     Veja as fotos abaixo:
 
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