segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Dica de higienização em acampamentos

     Um item fundamental para quem acampa seja experiente ou não e que ninguém pode esquecer é o papel higiênico. Muitos campings, senão todos, tem esse problema principalmente em dias de grande movimento.
     A maioria das pessoas leva o tradicional papel higiênico de casa para evitar complicações. Porém uma alternativa que muitos campistas estão utilizando é o lenço umedecido, aquele que as mães usam para limpar o bumbum dos bebês.
 

[lencos+umedecidos+rosa.jpg]

 
     Porque levar e usar esse lenço? Principalmente pelas várias utilidades que ele apresenta. Além da tradicional (em substituição ao papel higiênico) ele pode ser usado para limpar ferimentos com maior facilidade, quem faz trilhas sente a dificuldade de não ter um local para tomar banho, o lenço pode ser usado para "quebrar um galho" e higienizar o corpo. Também pode ser usado seco como um guardanapo de papel comum. Super leve e compacto pode ser levado na mochila sem dificuldade.
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Cuidados com a barraca no camping

Cuidado com os raios de sol! – apesar de serem feitas para uso ao ar livre, os raios ultravioletas são prejudiciais ao nylon e podem danificar rapidamente a sua barraca. O dano causado é proporcionalmente igual ao tempo de exposição ao sol e, uma vez ocorrido, é irreparável. Procure, sempre que possível, montá-la em lugares com sombras.
Use um pedaço de plástico para forrar o chão – estenda-o do lado de fora da barraca e compre-o exatamente do tamanho do fundo dela, para não sobrar e, assim, se tornar uma perfeita piscina em caso de chuva. Isso irá protegê-la de furos e a deixará limpa por mais tempo.
Silver Tape  – Leve sempre um pedaço desta fita adesiva para seus acampamentos. Ela serve para consertar praticamente tudo!
Fixe a barraca muito bem – apesar de muitas das barracas serem auto-portantes, nunca deixe de prendê-la no chão. E procure manter os cordeletes sempre com o mesmo tamanho. Isso irá protegê-la de estresse em determinadas partes, mais do que outras.
Não puxe as varetas – As varetas são unidas por um cordão elástico para que o conjunto fique sempre unido e não para puxá-lo na desmontagem, o que acaba rompendo esta ligação. Isso ocorrendo dá um belo trabalho para repor o elástico. Evite isso invertendo o procedimento, em vez de puxar as varetas empurre-as.
A vareta quebrou? Coloque uma tala no ponto quebrado, com uso de um galho ou outro objeto firme e fixe-a na vareta com o uso de uma fita forte - silver tape, por exemplo. Havendo ruptura da vareta tome cuidado para que a mesma não perfure o tecido com a parte pontiaguda gerada pela quebra.
Comida – procure não guardar comida dentro da barraca, pois alguns animais podem ser atraídos pelo cheiro e podem danificá-la para conseguir acessar sua comida.
Cuidado com o fogo! – nenhum nylon de barraca possui tratamento anti-fogo, apesar de algumas serem resistentes ao fogo, não permitindo que ele se propague - mas não impedem que surjam buracos queimados no tecido. Não acenda fogareiros perto e muito menos dentro dela pois, além de prejudicial ao nylon, ele também pode roubar o oxigênio de dentro da barraca, sendo extremamente perigoso à sua vida. Jamais use velas ou lampiões dentro da barraca.
Um pouco de ventilação – cada pessoa perde cerca de um copo d'água por noite, entre respiração e transpiração. Para que você não acorde encharcado pela condensação de sua própria umidade no tecido da barraca, procure ventilá-la o máximo que puder. Se não estiver chovendo, esta tarefa se torna ainda mais fácil e você poderá deixar toda ou boa parte da porta aberta, apenas com o mosquiteiro fechado.
Aprendendo a montá-la – nunca saia para viajar sem ter antes montado sua barraca e conferir se o conteúdo está completo. Aprender no meio da natureza, quando o sol está se pondo ou, pior, debaixo de uma chuva, não é a melhor hora. Fora isso, montá-la errado pode danificá-la seriamente já no primeiro dia de uso, sem contar com a desagradável descoberta de que seu amigo pode não ter devolvido os espeques que pediu emprestado na temporada passada.
Guarde-a em lugar seco e ventilado – e, de preferência, fora do saco. Nunca, em hipótese alguma, guarde sua barraca úmida ou suja – poucos dias são suficientes para ela começar a estragar e mofar, além da resina impermeabilizante ser atacada. Caso você precise desmontá-la ainda suja ou úmida, limpe-a e seque-a assim que possível Procure mantê-la sempre longe da umidade.
Redobre a impermeabilização de sua barraca – Com a exposição ao sol e a chuvas, chegará um tempo em que será preciso reimpermeabilizar o sobre-teto de sua barraca. Sua barraca durará ainda mais anos com este cuidado, oferecendo uma excelente performance mesmo sob forte chuva.
Limpando-a – Não a lave em máquina de lavar nem a seco. Para limpá-la, use apenas uma esponja e água. Se você for limpá-la inteira, lave-a em uma banheira ou um tanque grande cheio de água fria. Nunca use água quente, amaciantes, detergentes, sabão em pó ou qualquer tipo de removedor. Se você quiser ou precisar usar um sabão, use sempre um biodegradável, que não seja detergente.
Seque-a apenas na sombra – pode ser montando-a em uma sombra (e verifique se, durante o dia, a sombra permanece em cima da barraca) ou pendurando-a no varal. Nunca use máquina de secar! Depois de uma lavagem ou limpeza, poderá ser preciso reimpermeabilizá-la. Não deixe para descobrir isso quando for usá-la de novo.
Mantenha os zíperes limpos – os zíperes devem ser mantidos limpos e longe de partículas que possam emperrá-los. Água limpa e uma escovinha são suficientes. Procure não usar lubrificantes a base de petróleo. Se eles emperram com facilidade ou não correm como deveriam, procure amaciá-los com silicone em pasta ou líquido ou mesmo com parafina. Se você acampou perto do mar, limpe os cursores do zíper antes que comecem a oxidar, pingando em seguida algumas gotas de silicone. Mas, ATENÇÃO: silicone de verdade é transparente e espesso. Não compre aqueles vendidos para lustrar painéis de carros, que são dissolvidos e ficam muito fluidos, pois os solventes, corantes e perfumes adicionados podem piorar as coisas.
Tome um cuidado especial com as varetas – procure limpá-las e secá-las sempre depois do uso. E guarde-as sempre dentro do saco delas – isso irá reduzir o risco de rasgos ou furos no nylon da barraca, quando você colocar tanto as varetas quanto as estacas dentro do saco da barraca. Lubrifique as luvas de encaixe das varetas para que não se oxidem e, principalmente, trate-as com delicadeza, evitando flexioná-las demais na montagem. A maior parte dos problemas com varetas ocorre por acidentes em que algo ou alguém cai sobre a barraca.
Mofo – além do cheiro ruim, se a sua barraca mofar, isto irá destruí-la. O mofo usa a sujeira como nutriente para crescer e se reproduzir. Pior, ele cresce entranhado no tecido da barraca, o que também prejudica a impermeabilização. Se ele começar a crescer, lave-a imediatamente com água limpa e fria. Depois, passe uma solução de um copo de suco de limão e um copo de sal para três litros de água quente. Use uma esponja para espalhá-lo principalmente nas áreas afetadas e deixe secar naturalmente, sem enxaguar, nunca usando a luz do sol diretamente. Verifique se há necessidade de reimpermeabilizar.
Rasgos e outros problemas similares – se você o viu em casa, procure consertá-lo o quanto antes. Se o vir ao usar a barraca, tenha certeza de ter alguns metros de fita adesiva silver tape com você, para fazer um reparo de emergência até que possa consertá-la de forma mais definitiva. Depois do conserto, reimpermeabilize a área.
Checando antes de sair de casa! – antes de fechar a mochila, tenha certeza de ter, mais uma vez, montado sua barraca e checado se todas as partes dela estão ali, inteiras, limpas e em ordem. Lembre-se que sua barraca será sua casa ao ar livre nos próximos dias. Cuide bem dela e tenha de volta proteção e conforto por muito mais tempo.
Fontes: Trilhas & Rumos e Nautika
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Aventura Distrital

     Segue as informações da Aventura Distrital Sênior/Guia que ocorrerá em Candelária nos dias 14, 15 e 16 de novembro de 2008.

 
 
     Veja o vídeo promocional:
 

 
Detalhes serão postado no http://aventurasenior2008.blogspot.com/
Postado por Wilson Junior Weschenfelder
 


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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Torneira ecológia

     Uma boa dica para ajudar no camping. Principalmente quando as torneiras ficarem longe da sua barrraca.


 
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Isso que dá acampar em qualquer lugar...

     A foto saiu no Bobagento como: Precauções a serem tomadas antes de ir acampar. Independente do que era, muita gente teve que voltar para casa só com a roupa do corpo, a barraca....bom deixa pra lá...
 

[festival-19-07-08.jpg]

 
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Como fazer uma fogueira ecológica

     Fazer uma fogueira é um dos maiores símbolos da vida ao ar livre. No topo de uma serra, à beira-mar ou esperando o nascer de mais um dia, o ritual de ficar ao lado do fogo com os amigos - jogando conversa fora quando a noite cai - passa de geração para geração como uma das boas tradições da vida campestre. Mas antes de riscar o fósforo é bom estar atento.
     Fogueiras mal executadas podem causar incêndios de grandes proporções, destruindo a flora e matando animais silvestres. Uma providência mais do que correta é perguntar à polícia florestal ou ao proprietário do terreno se é permitido fazer fogueiras nas redondezas. A região pode estar passando por um período de seca e, nesse caso, os
riscos de o fogo se alastrar de forma incontrolável são mais do que potenciais. Em áreas virgens, os cuidados devem ser redobrados. A melhor estratégia é separar a fogueira de focos de vegetação ou limbo seco, que podem fazer com que fagulhas se espalhem com o vento.
     O ideal é limpar uma área plana, isolando-a de focos de folhas secas a pelo menos 3 metros da sua fogueira. Um cuidado importante é cavar um pouco a terra, fazendo um pequeno desnível que impede que a brasa se espalhe.
     Pedras também funcionam como um método eficiente para isolar a fogueira. Evite, ainda, fazer o fogo embaixo de rochas: a fuligem pode ficar incrustrada nelas por anos. Na praia, o conselho é fazer a sua fogueira acima da linha da maré alta. Por segurança, faça o fogo apenas quando o vento estiver soprando da terra para o mar.
     Para a parte principal da fogueira, escolha toras de madeira ressecadas que não sejam maiores do que meio metro (mais ou menos o tamanho da área que vai do cotovelo até as mãos de um adulto). Apanhe também ramos, capim e folhas secas, que ajudam a fazer o fogo pegar. Mas evite usar álcool, que pode causar queimaduras em quem o manuseia e até explosões.
     A fogueira que acende mais fácil é aquela em que os pedaços maiores de madeira são montados em forma de pirâmide, permitindo que um fluxo de oxigênio passe. Isso é vital para manter o fogo aceso. Os pedaços pequenos servem para atiçar o fogo, alimentando a fogueira até que as toras maiores comecem a queimar e se transformem, mais tarde, em brasa, ideal para cozinhar ou afugentar o frio.
     Caso seus fósforos acabem antes de você conseguir fazer o fogo, mantenha a calma, ainda dá para acender sua fogueira. Um método bastante eficiente para fazer isso é usando uma palha de aço, que queima com apenas uma faísca e fogo, seja pela saída de um isqueiro sem gás, seja pela fricção de uma pedra contra outra, seja esfregando dois
pauzinhos. Persista, que dá certo.
     Tão importante quanto acender uma fogueira é saber apagá-la e limpá-la. Não use água para fazer isso, já que por reação química as brasas se transformam em carvão, que não se decompõe facilmente. O melhor é abafar o fogo. Em seguida, espalhe as cinzas pelo mato e guarde os restos maiores do carvão num saco de lixo. O grande barato da
natureza é deixar o meio ambiente o mais próximo do que ele era quando você o encontrou, sem lixo ou restos de madeira queimada.
 
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Fazendo um fogareiro a álcool

Construa em casa um fogareiro a álcool utilizando latas de refrigerante ou de cerveja. O interessante deste projeto é que ele pode ser feito mesmo durante uma viagem se, por exemplo, seu fogareiro oficial quebrou.
 
     Ferramentas:
- tesoura
- martelo
- faca pequena de ponta afiada
- alicate pequeno
- prego pequeno com ponta afiada
- pedaço de lixa
- régua – ou fita métrica
- compasso, ou moeda 10 centavos (p/ riscar um circulo).
 

 
     Material Utilizado:
- 3 latas de alumínio
 
     Modo de fazer:
1- Iniciar fazendo os furos no fundo da lata, distante 0,5 cm um do outro.

 

2 - Colocar a moeda no fundo da lata e riscar um circulo.

 
3 - Furar o centro.
 
4 - Com a faquinha cortar em cruz o círculo à partir do furo.
 
5 - Recortar à partir da base, para formar uma abertura quase circular, e uma boa grade para prender o tubo central.
 
6 - Riscar a lata com 5,5 cm medindo do topo acima dos furos.
 
7 - Cortar bem alinhado.
 
8 - Fazer dois cortes até a borda mais dura, tirando um filete obliquo pequeno.
 
9 - Corte para facilitar o encaixe.
 
10 - Bater com o cabo da tesoura na quina para um encaixe perfeito do fundo.
 
11 - Corte uma lâmina de 4,5 cm do que sobrou da primeira lata.
 
12 - Faça um tubo na medida do orifício da primeira peça e que encaixe bem nas garras.
 
13 - Para prender o tubo use fitas finas retiradas da lata, ou arame fino e macio. Faça quatro furos triangulares pequenos dispostos em cruz (este tubo é o segredo do bom funcionamento do fogareiro, capriche).
 
14 - Encaixe o tubo com a parte lisa na grade, e com a parte furada para receber o fundo da lata.
 
15 - Corte outra lata com 6,5 cm medindo da parte alta do fundo.
 
16 - encaixe as duas partes com cuidado.
 
17 - Pressione até o tubo ficar firme e bem assentado no fundo.
 
18 - Corte o excesso da lata com a tesoura.
 
19 - Dê acabamento com a lixa e está pronto seu fogareiro.
 
20 - Faça o abafador (que serve para apagar o fogo) cortando o fundo de uma lata e deixando uma parte para dobrar e servir de cabo.
 
     Use álcool automotivo, é o que tenho usado sempre é bom e barato, para abastecer o fogareiro o nível máximo é pouco acima do meio do tubo, dá para cozinhar mais ou menos 30 minutos.
 
 
     Tenha cuidado de proteger o fogareiro ao guardá-lo nos alforjes para não amassá-lo.
     Uma informação importante: depois de aceso demora 3 ou 4 minutos para o fogo sair pelos orifícios, daí em diante a chama fica azul e forte. Use protegido do vento para um ótimo aproveitamento. Nos meus acampamentos cozinho arroz em 15 minutos, café em 12 minutos. Etc....
     Espero ter colaborado com todos que amam o contato com a natureza e o congraçamento e colaboração entre as pessoas.
     Obs. Nunca esqueça que está lidando com produto altamente inflamável, pratique toda prevenção no manuseio do mesmo.
 
Autor: Paulo Toschi Netto - 54 anos, representante comercial, amante da natureza, aderiu ao cicloturismo aos 50 anos de idade.
Fonte: Trilhas e Aventuras
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Qual a mochila ideal?

     A escolha da mochila certa exige atenção. A mochila ideal é aquela que mais se encaixa às suas atividades e estrutura física. Conhecer bem as regulagens e saber arrumá-las da melhor forma são detalhes que aumentam a harmonia de seu relacionamento com o equipamento e lhe permite desfrutar das facilidades oferecidas. A variedade de modelos, cores, tamanhos e preços pode confundir. Preste atenção aos seguintes itens:
 
Teste de Resistência
Teste bastante a sua mochila, vire ao avesso e puxe com força no lugar das costuras.
Teste também a resistência e a regulagem das alças de ombro e de barriga.
 
Tamanho Ideal
O tamanho de uma mochila é determinado pela sua capacidade em litros. Isso sempre soa muito abstrato para quem está pouco familiarizado com o assunto e pode não significar absolutamente nada para quem está comprando sua primeira mochila. As pequenas em geral têm capacidade para 25 a 40 litros. A capacidade das médias varia de 45 a 60 e as grandes, também chamadas de cargueiras podem carregar de 60 a 90 litros. Pense primeiro em que atividade você vai estar realizando com a mochila. Existem mochilas especiais para bike, montanhismo ou caminhadas. Se você precisa de uma mochila polivalente, é melhor optar por uma média com bons recursos de regulagem. É preciso manter a carga bem firme mesmo quando a mochila não estiver totalmente cheia. Também é bom ter opções para atar isolantes e outros acessórios à estrutura externa da mochila. Tenha sempre em mente que encher demais uma mochila pode comprometer sua durabilidade.
 
Material
Deve ser resistente, maleável e impermeável. As opções são várias. Os tecidos mais conhecidos devido a sua maior durabilidade são a Cordura (feita pela Duppont) e o Supertex (da Ferrino). Existe também o tecido Ripstop, que pode ser combinado a qualquer uma das marcas acima citadas para dificultar rasgos contínuos.
 
Vista a mochila antes de comprar
No caso da mochila ele é fundamental. Nunca saia da loja antes de vestir a nova mochila. Veja se ela se ajusta bem ao seu corpo, coloque algum peso para testar a acomodação, e verifique as fivelas de ombro e barriga. Proporcionar transporte de carga em harmonia com a constituição física humana é a principal função da mochila. Na hora de escolher a sua, preste muita atenção em como ela se ajusta às costas e aos quadris. Existem mochilas feitas especialmente para as mulheres, com alças curvas e barrigueira confortável. Verifique se a curvatura das alças não está incomodando na altura dos seios. Depois de algumas horas de caminhada, alças inadequadas podem machucá-los.
 
Disposição dos Compartimentos
O ideal é escolher uma mochila de 6 compartimentos: 4 laterais, um de fundo e um no topo. Cuidado, não se iluda, muitos compartimentos podem atrapalhar e gastam espaços que poderiam ser melhor aproveitados.
 
O que levar?
Verifique a listagem de equipamentos.
 
O que NÃO levar?
Embalagens de vidro, quadradas ou muito rígidas. Também troque as jaquetas e demais peças gigantescas por outras mais leves, de menor volume, e nada de levar uma roupa inédita para cada dia, isso só toma espaço na mochila.
 
Aproveite o máximo de espaço
Tudo deve ser pequeno, maleável e na menos quantidade possível, principalmente nos itens de higiene pessoal. Tente levar produtos no tamanho "amostra grátis", sempre dentro de sacos plásticos. Retire o rolo do papel higiênico e leve só o papel.
 
Uma boa arrumação é fundamental
A maneira correta de colocar as roupas é dobrando-as, nunca enrrolando ou embolando. Lá no fundo devem ir as peças de maior volume e com menor chance de serem utilizadas, como jaqueta e um agasalho extra. Em seguida é a vez das blusas, calça de moleton, toalha, camiseta, bermudas e roupas íntimas (embaladas num saquinho).
 
A parte externa da mochila
No compartimento superior vai a comida e o kit de primeiros socorros, fáceis de serem acessados. O compartimento de fundo é o lugar para o calçado extra e nos bolsos laterais ficam o cantil, capa de chuva, papel higiênico, filmes e demais acessórios. As presilhas externas servem para pendurar a panela, a lanterna e os sacos de lixo. Prenda também o saco de dormir, o isolante térmico e a barraca da maneira mais confortável para se carregar.
 
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Encontro 20 - 23/08 - Ativ. da Patrulha Tapuia

Encontro n° 20

Data: 23/08/2008

Horário: 9:00hs

Atividade: Prática

Programação

09:00hs – Bandeira

09:30 hs- Corrida Sênior/Guia

09:30 saída da entrada do parque do chimarrão-fazer biga

10:00 chegada com a biga na casa de cultura-sinais de pista(abandonar a biga)

10:30 chegada a capesva- imobilização do pé de algum integrante

10:45 pista de obstáculos no campo em frente à sede

11:30hs -  Bandeira e Encerramento

 

Área de crescimento: escoteiro

Objetivos: prática escoteira,saúde,destreza

Local: Sede

Patrulha responsável pela atividade:Tapuia

Chefe Responsável: Wilson Junior Weschenfelder

Chefe Assistente: Chefe Getúlio Sehn Filho

 

 

Wilson J. W.

Laerte Viana

Ana Viana

Chefe de Tropa

Diretor de Escotismo

Diretor Presidente



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Encontro 19 - 16/08 - Ativ. da Patrulha Kailash

Encontro n° 19

Data: 16/08/2008

Horário: 9:00hs

Atividade: Prática

Programação

09:00hs – Bandeira

9:15hs - Torre Sênior (usando 2 cabos de vassoura cortados ao meio ou taquaras, 3 bolicas, 6 espeques, 1 garrafa pet, 1 vela, fósforo e cordinhas quanto for necessário).

OBS:- não poderá ser cavado buracos no chão para fincar o cabo na terra;

         - não poderá ser usado nenhum tipo de cola para fixar as bolicas.

11:15hs – Guardar os equipamentos que foram usados na atividade, (comunicado do Monitor Arthur)

11:30hs – Encerramento

 

Área de crescimento: Pessoal – Escoteiro.

Objetivos: Usar o raciocínio lógico e trabalho em grupo.

Local: Sede

Chefe Responsável: Wilson Junior Weschenfelder

Chefes Assistentes: Chefe Getúlio Sehn Filho

 

 

Wilson J. W.

Laerte Viana

Ana Viana

Chefe de Tropa

Diretor de Escotismo

Diretor Presidente



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